terça-feira, 23 de outubro de 2007

Ola pessoal.


No post anterior, eu disse a respeito de uma nova visão trasida por André a respeito da cultura oriental sobre organização. André também tras diferentes oticas sobre GC, que ele chama de "Tribos da GC". Ele diz que cada "tribo" tem uma forma diferente de reconhecer GC.


A pouco tempo atras tivemos a oportunidade de receber em diferentes dias 4 diferentes oticas sobre GC e gostaria de relatar um pouco essas oticas.


A primeira é de Marcelo Yamada, onde ele acredita que Gestão do Conhecimento e Capital Intelectual são a mesma coisa. Ele também afirma que Conhecimento e Informação são as mesmas coisas, pois para ele, aquilo que é conhecido como Conhecimento Explicito, é Informação, assim, é tudo a mesma coisa.


Sendo para Marcelo Yamada Conhecimento Explicito igual a Informação, ele propos uma ação de Gestão do Conhecimento. Seu interesse é de criar uma Metodologia de Implementação de um Sistema de Gest'ao do Conhecimento, porém essa criação é de forma coletiva, onde qualquer pessoa pode colaborar para sua criação. O interresante é a forma como ele esta "conduzindo" este trabalho. É o seguinte: ele montou um blog para a centralização das informações, ou conhecimento, pois novamente, para ele é a mesma coisa. Assim com esta ferramenta ele pode explicitar seus conhecimentos ou informações e opniões e elas são contribuidas com outras pessoas que também acrescentam seus conhecimentos e informações.


Infelizmente, eu nao vou colocar o link do blog, pois ele não tem um interesse de fazer uma grande divulgação ainda dele, apenas poucas pessoas acessam mesmo o endereço, e como não pedi uma permisão, vai ter que fica para a proxima.


Após o encontro com Marcelo, tivemos a oportunidade de conhecer o trabalho de Bia e Margarida. Duas pessoas super simpaticas e divertidas. Eles trabalham a GC de uma forma pouco convencional. Em função da formação de Blibliotecaria das duas, eles trabalham com Memória Institucional. Atualmente elas trabalham em uma empresa so setor aereo que tem como um dos objetivos estrategicos, manter a memoria da empresa como forma de sempre fazer valer os valores da mesma e assim sempre estar "em dia" com o Planejamento Estrategico. Muito legal por sinal a trabalho delas. É curioso salientar, que Bia e Margarida utilizam um software que faz uma Gestão das Informações que são coletadas e um Ligação entre eles, porém aqui a TI não é a responsavel pelo processo de GC, ela esta apenas a serviço para a GC.


Apos conhecer Bia e Margarida, conhecemos a Lurdes, uma pessoa estremamente ligada a assuntos de Redes Sociais. Ela nos mostra a possibilidade de fazer GC em uma Rede Social, como por exemplo uma Ong, como também poderia ser uma Cooperativa, ou apenas uma Comunidade de Pratica. Conta que existe 3 grandes tipos de redes:


Rede Centralizada: Estilo militar onde o poder e decisão estão focados em pessoas chaves, normalmente do alto escalão.
Rede Descentralizada: Estilo social aplicada na maioria das famílias, onde cada família tem seu patriarca ou matriarca, mas existe socialização por outros meios também.
Rede Distribuída: Estilo Brasil, todo mundo conhece e conversa com todo mundo, é aquela festa. Falando um pouco mais sério, se baseia no relacionamento e interdependência dos membros.


Esse conceito pode ser melhor entendido com a figura a seguir:



É interessante perceber, que apesar das 3 redes haverem ligações diferentes, os postos estão no mesmo lugar em ambas as figuras. Assim, concluimos que uma formação de rede é dependende das pessoas e suas ações, é algo possivel.

Vale salientar que Lurdes desenvolvel um projeto de GC, e sua principal ferramenta de transformação foi o dialogo, ou seja, o projeto consistia em desenvolver competencias em um grupo de pessoas para ser mediadorem em encontros de uma determinada comunidade com a intenção de melhorias, e essas pessoas era responsaveis para gerencias os dialogos.

Nosso ultimo convidado, fora Wilber. Wilber nos conta uma vivencia muito interresante, onde houve varias ações de GC. Bem, Wilber fora convidado a trabalhar em um orgão publico em meados de 2004, e chegando lá encontrou um andar onde havia 4 salas e um imenso corredor. Nessas 4 salas estavam trabalhando pessoas de uma mesma equipe de TI porém separados por paredes. Wilber na condição de Gerente, necessitava muitas vezes falar com as pessoas que estava em outras salas, e com o passar do tempo, começou um movimento um pouco estranho de fazer buracos nas paredes para conversarem, ou passar fios. Com o passar do tempo, em função das poucas destruições causadas por ele e sua equipe, mais a ação do tempo, as paredes começaram literalmente a cairem. O Diretor já incomodado com o mal aspecto fisico do lugar, decidiu então condecer verba para a reforma do andar. Assim, o andar foi reformulado e reformado. Agora não havia mais paredes e a equipe estava muito mais interagidas, as pessoas conversavam mais e produziam mais.

Uma coisa que é quase que paradoxal nesse relato é que a equipe era de TI e a GC realizada naquele espaço fui justamente sem o uso de TI.

Bem, os casos estão relatados, e assim fica muito claro que a GC pode ser feita de diversas maneiras, formas, espaços, ambientes. É um campo infinito. Como diz Felipe Casapo: "GC é tudo, e é nada".

Abraços a todos..

sábado, 20 de outubro de 2007

Este relato é de uma aula onde tivemos um convido e ele nos trouxe uma visão oriental a respeito de Gestão do Conhecimento e Modelos Mentais e Orgarnizacionas.


Nossa intenção era Elucidar Impactos do Contexto de Negócios do Século XXI em Projetos de GC/GCI.

Convidado: André Saito (andsaito@gmail.com)

André Saito[1], foi convidado a participar da aula, dando sua contribuição para a intenção do dia ser alcançada, em função de sua recente experiência no Japão, onde concluiu seu Doutorado em Gestão do Conhecimento na Japan Advanced Institute of Science and Technology[2] (Instituto avançado Japão da ciência e da tecnologia).

André relatou um pouco sobre sua formação acadêmica, que se iniciou na Graduação em Engenharia Eletrônica pela Unicamp, onde teve seu primeiro contato com a “área” de pessoas, pois neste mesmo período participou de uma Empresa Junior. Depois de formado fora trabalhar como Trainee e ingressou em seu Mestrado em Administração de Empresas onde pesquisou sobre e-learning, pois existe a junção da tecnologia com aprendizagem. Após algum tempo, “cansado apenas de estudar” como ele mesmo diz, decidiu fazer um Doutorado. Com o auxilio de um programa do Estado Japonês, ele conseguiu uma bolsa para realizar seu Doutorado no Japão com todas as despesas pagas. Seu regresso ao Brasil se deu a pouco tempo e atualmente está Coordenando o Curso de Gestão de Pessoas no Senac.

Segundo André, atualmente se vive a Economia do Conhecimento, onde o Conhecimento é o principal fator de produção. Essa é a grande diferença entre a economia do passado, pois os economistas diziam que a Economia Mundial era formado por Capital, Trabalho (mão de obra) e Terra. Porém atualmente o Conhecimento esta agregado a estas forças também. A razão de existir uma grande dificuldade de assimilação desta idéia é o fator de que o Conhecimento não possa ser mensurado, diferentemente das outras forças. O Conhecimento se comporta de forma diferente. É potencialmente infinito. Esta ao alcance de todos, não pode ser perdido pelo homem e pode ser compartilhado.

Nesta Economia do Conhecimento a grande dificuldade é como gerar novos conhecimentos sem perder as propriedades intelectuais e assim gerar maiores riquezas. Essas dificuldades são em função do contexto de negócios desta economia como: aceleração da taxa de inovação (não necessariamente em apenas criar novos produtos, mas também no sentido de criar novos modelos, aperfeiçoar processos e melhorar produtos já existentes), novas configurações organizacionais (organizações menos burocráticas, com poucos níveis hierárquicos, novos “esquemas” de empresa, maior quantidade de alianças, parecerias), expansão do trabalho do conhecimento (o trabalho do conhecimento não é simples e transcende as partes físicas, não da para avaliar, é baseado em educação) e complexidade do conhecimento (cada vez mais distribuído, interconectado e dinâmico, não existe uma definição clara, especifica, é onde a junção das partes se torna algo menos abstrato).

André acredita em Quatro Perspectivas básicas da Gestão do Conhecimento. Algo como quatro visões de Gestão do Conhecimento, como ele mesmo denomina: “as tribos da GC”.

A primeira perspectiva é voltada para a Informação. Neste sentido, informação é tida como Livro, Texto, Artigo e outros materiais similares. Essa “tribo” acredita que facilitando acesso a conteúdo e expertise se cria novos Conhecimentos. O Conhecimento é tido como conteúdo relevante e experiência codificável. Alguns exemplos sobre esta prática:
- Organizar e facilitar acesso à informação: criar e implantar taxonomias, portais, repositórios entre outros;
- Auditoria de conhecimento: mapear conhecimento disponível e seus fluxos, identificar, codificar e disseminar práticas exemplares;
- Replicar melhores práticas: identificar, codificar e disseminar práticas exemplares;
- Inteligência competitiva: base de conhecimento sobre concorrência, mercado, tendências, etc.;

Outra “tribo” crê que o Conhecimento é formado a partir das Pessoas. O Conhecimento é tido como pratica social e sentido socialmente construído. Alguns exemplos sobre esta prática:
- Cultivar (e não gerenciar), comunidades de pratica: grupo interativo de pessoas com atividades e interesses comuns;
- Promover colaboração e compartilhamento, como estabelecer equipes multidisciplinares e estimular redes sociais;
- Gerir o trabalho do conhecimento, como desenvolver pessoas e equipes e instituir a gestão por competências;

A Informática é tida também por alguns como um meio para a geração do Conhecimento. Esse conhecimento é identificado com a computação inteligente e modelo para simulação de realidade. Alguns exemplos sobre esta prática:
- Sistemas baseados em conhecimento: ontologias[3] (sistema dentro da informática que replica o conhecimento, pensamento), sistemas especialista, inteligência artificial;
- Knowledge discovery e data minig: identificação de padrões e relações em bases massivas de dados;
- Bussiness intelligence: sistemas de informação para apoio a tomada de decisão

A quarta e ultima “tribo” acredita que o Conhecimento é formado através da Estratégia. Está Estratégia é tida como em um nível empresarial. O Conhecimento é como competência organizacional e fundamento da gestão. Alguns exemplos sobre esta prática:
- Construção de competências organizacionais, como aquisição de competências e desenho e desenvolvimento organizacional;
- Gestão de inovação, tido como pesquisa e desenvolvimento e estabelecer parcerias e redes de colaboração;
- Gestão do capital intelectual: mensurar e acompanhar performance de ativos intangíveis;

Através destas perspectivas, pode-se perceber que a Gestão do Conhecimento está presente em varias frentes, apenas depende do ponto de vista para identificá-la como tal. Se conhecendo o contexto e o que se pode fazer entender melhor os fatos.

Após este panorâmico do que é Gestão do Conhecimento segundo André, ele trás ao encontro um pouco sobre sua experiência no Japão.

Inicialmente ele fala sobre o Processo SECI (conhecido como Espiral do Conhecimento ou Modos de Conversão do Conhecimento). Segundo André, Nonaka & Takeuchi ficaram conhecido no Ocidente pelo motivo errado. O principal foco da Espiral do Conhecimento é a Criação de Conhecimento (é inovação) ao nível de grupo, porém foi usado no Ocidente como uma ferramenta pelas pessoas de Gerenciamento de Informação, justamente na parte de Socialização, pois eles entenderam que era pra ser usado como um meio de trocar dados, informações. Assim, André desmistifica essa crença dizendo que para o Oriental esse processo de Socialização é algo muito mais complexo, algo que transcende aspectos físicos, é algo cultural. A socialização no Oriente é utilizada para firmar relacionamentos, gerar inovação, tornar uma construção coletiva, como se “um quadro fosse pintado por varias mãos”. André diz que a melhor relação no Oriente é aquela onde existem poucas palavras, a comunicação é feita por pequenos gestos, olhares, e isso faz com que seja muito difícil o relato de como essa comunicação é feita.

André também fala do saber, sobre o ponto de vista Ocidental e Oriental. Ele diz que para o Oriental o saber é algo muito mais inerente a praticas do que a teorias. O Oriental crê que se aprende, se sabe através das experiências e praticas. “Quer que o individuo seja um bom gestor, o coloque para trabalhar com outro gestor durante muito tempo” disse André. O Ocidental aprende através de estudos, pesquisas e outros.

Um novo conceito que foi trazido por André que era desconhecido para o grupo, foi o Ba. Segundo André, “Ba é um contexto compartilhado para o cultivo de relações emergente. Pode ser físico, virtual ou mental”. O Ba é o ambiente onde se cria a ação de Conhecimento coletivo, semelhante ao movimento em que é realizado nos encontros da turma. Ele pode variar conforme o tipo e processo de conhecimento envolvido, como Ba de origem (socialização), Ba de interação (externalização), Ba de sistematização (combinação) e Ba de prática (internalização).

Em função do escasso tempo, André teve que fazer seu ultimo comentário a respeito de Phronesis[4]. André explica que Phronesis é um dos muitos nomes dado ao Conhecimento pelos Gregos. Phronesis é algo entre o Conhecimento lógico e ético, é um saber ético, baseado na experiência com ética e o bem comum. “É o conhecimento experiêncial que permite a tomada de decisões baseadas em valores éticos” segundo André. Ele é tido para tomar decisões baseadas no bem comum, compartilhar contextos para criar Ba, apreender a essência de situações, universalizar a partir de particularidades, articular meios para viabilizar o bem comum, cultivar a phronesis em outros. O Phronesis parece ser utópico, mas é muito pratico, trabalho de conhecimento é voluntário, tem que querer e a Phronesis é o que faz com que ajude a contribuição.

André conclui o encontro falando que para o Oriental a Missão da Empresa é resultado da Socialização, do bem comum, da historia e sentimento coletivo da empresa.

Os últimos 20 segundos de aula, como sempre, Edson faz algumas considerações referente ao que foi dito, concluindo que a intenção do encontro fora atingido e Marisa faz um agradecimento em nome da turma a André.

Fim. (Ou seria o Inicio.. o.O )


Eu, Diogo, gostaria de fazer uma contribuição com a turma, compartilhando alguns sites, além daqueles que esta no texto, para contextualizar melhor nossa experiência.

Site do Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie). Este centro é o laboratório de pesquisa, desenvolvimento e capacitação em inteligência empresarial do Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ. Tem como missão criar e desenvolver produtos e serviços na área de inteligência empresarial – com ênfase na Gestão do Conhecimento – de forma a contribuir para a inserção competitiva do Brasil na sociedade do conhecimento.
http://portal.crie.coppe.ufrj.br/

Capa da Revista Exame: Por dentro da maior montadora do mundo, Com uma cultura baseada na tradição, na melhoria contínua e no trabalho em grupo, a Toyota roubou a liderança da rival GM. Essa reportagem consegue mostra um pouco de como é a Gestão das Empresas Japonesas.
http://fwa.abril.com.br/AcessoConteudo/buscaconteudo.servlet?codAcesso=234442&senha=A1C3BC1A5DBA79A10F932EA5B41AF4BB.matriz1

Explicação do Ba segunda a Wikipedia.
http://ja.wikipedia.org/wiki/Ba

[1] http://asaito.editme.com/Home
[2] http://www.jaist.ac.jp/
[3] http://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologia
[4] http://en.wikipedia.org/wiki/Phronesis

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Primeiro Post.

Este é um relado redente a uma aula onde houve uma discução sobre Construção do Conceito de Metodologia Cientifica, abordando as etapas da Pesquisa a ser realizada nos Projetos do Curso (28/03)

A intenção da aula é um tanto quando desagradável à primeira vista. “Construção do Conceito de Metodologia Cientifica, abordando as etapas da Pesquisa a ser realizada nos Projetos do Curso”. Assustador!!! Porém, em função do movimento executado em sala, nota-se que tudo isso, não passa de uma formalização de processos de Pesquisa, como os que realizamos no cotidiano, cujo qual será exemplificado mais adiante.

O encontro se inicia com o esclarecimento de algumas considerações. Edson diz que a proposta do trabalho é de desenvolver um projeto, e não resolver um problema dentro da organização, de modo a pensar que os prazos das organizações são muito menores, e o projeto se estende em um longo período de quase 3 (três) semestres, e por fim a conclusão é de se criar um novo conhecimento para a organização. Esta visão faz com que o objetivo maior do trabalho, que é o desenvolvimento de novas competências, não saia de foco.

É importante lembrar que os conceitos já vivenciados são utilizados como bases para pensar no desenvolvimento do projeto. Porém ficam as perguntas: Como agir? Por onde começar? O que fazer? Entre outros questionamentos que se tornam comum nessa etapa do processo do curso.

Tais perguntas são respondidas com o auxilio justamente do foco da aula, que consiste em Pesquisa Cientifica e Método e Metodologia.

Lakatos e Marconi dizem que Pesquisa é um “Procedimento formal, com método de pensamento reflexivo, que requer um tratamento científico e se constitui no caminho para conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais”

Tal afirmação se torna mais clara, quando inserida em um contexto cotidiano. Essa ligação é apenas realizada para auxiliar no processo de compreensão do conceito. Os exemplos discutidos em sala, que consistia em alguém que necessitava adquirir um novo bem, no casam, ou uma casa, ou um carro, ou uma vestimenta para uma determinada ocasião. Em todos os processos de aquisição, nota-se que há uma seqüência lógica, como “reconhecimento do problema ou necessidade” (comprar casa, carro, vestimenta), planejamento (qual modelo adquirir), execução (aonde comprar) e conclusão (compra realizada), para que haja êxito na conclusão do processo.

Essa seqüência lógica são as fases do processo de Pesquisa de um trabalho acadêmico. Entretanto, o que difere tal trabalho para uma ação do cotidiano, é a formalidade. Em um trabalho acadêmico, ele se torna todo estruturado através da formalidade.

Neste processo, não se deve esquecer que Pesquisa é diferente de Busca. A busca atende uma necessidade da pesquisa. Ou seja, a pesquisa é um ente maior, macro, onde se procura uma resposta ou solução, e durante esse processo de procura, surgem duvidas que é necessário recorrer a outras fontes para saná-las, e isto se da através buscas, onde apenas se realiza o ate de “caçar” informações, e assim que “capturadas” são estudas para que as sejam complementadas na pesquisa!

O transcorrer da aula se da pela exposição da apresentação de Edson, e não é significativo citar cada idem detalhadamente neste diário, levando em conta que esta disponível para consulta e sua simples leitura é compreensiva.

Por fim, o termino do encontro conhecemos o conceito de Método e Metodologia. Na apresentação dizia:

“Usar um método é seguir regular e ordenadamente um caminha atravez do qual uma certa finalidade ou um certo objetivo é alcançado. No caso do conhecimento, é o conjunto de regras e procedimento racionais, com três finalidades:

1. Conduzir a descoberta de uma verdade ate então desconhecida.
2. Permitia a demonstração e a prova de uma verdade já conhecida.
3. Permitir a verificação de conhecimentos para averiguar se não ou não verdadeiros”.

Chiaui afirma que “o método é, portanto, um instrumento racional para adquiri demonstrar ou verificar conhecimentos”.

Se Métodos são os meios utilizados para os fins, Metodologia, é como tais meios vão ser averiguadas e comprovadas suas validações.